Ana Lúcia Discípula da já falecida Dona Jovelina, começou a cantar coco no Amaro Branco aos 17 anos. Lider cultural no bairro, organiza o Pastoril Estrela de Belém e a procissão do Acorda Povo.

Mestre Dédo Aprendeu o coco em casa com os irmãos que animavam rodas de coco no Amaro Branco. Tem a pesca como ofício e passa em média 20 dias por mês no mar, sua maior fonte de inspiração.

Ferrugem Teve como mestre o coquista Mané Farias. É marceneiro e carpinteiro. Assim como Ana Lúcia, também começou nas rodas de coco aos 17 anos. Toca pandeiro e é bom no improviso de versos.

Dona Glorinha A mais antiga coquista do Amaro Branco é considerada memória viva do coco no bairro. Aprendeu as primeiras canções com sua mãe, Maria Belém, também coquista de muita tradição.

Montinha Filha de pescador, também cresceu cantando nas rodas do Amaro Branco. Após uma longa pausa em virtude de problemas de saúde, voltou ao coco de roda com toda motivação.

Pombo Roxo Aprendeu a dancar e cantar coco ainda criança, em casa com seus pais. Tem registrados mais de 200 cocos de sua autoria. Além de coquista, Pombo Roxo é também babalorixá.

Lú do Pnêu É presdiente da organização do Coco do Pnêu, tradição iniciada por seu pai. Aprendeu o coco com os demais mestres de hoje e é o principal coquista da nova geração no Amaro Branco.

Beth de Oxum Percussionista, cresceu no Amaro Branco. Já rodou o Brasil e o mundo tocando coco, ciranda, afoxé e maracatu. Hoje coordena projetos de pesquisa e valorização da cultura regional.

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